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Casula Divina Misericórdia

  • Casula da Divina Misericórdia

  • Referência: CASULA-DIVINA-MISERICORDIA
  • Modelo/Marca: Paramentos Litúrgicos Santa Inês
  • Disponibilidade: aproximadamente 20 dias, para prazos menores entre em contato.
Tamanhos:
R$ 1.580,00
ou 5x de R$ 316,00 sem juros
ou em até 10x de R$ 185,22 no cartão
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Casula Divina Misericórdia


Casula da Divina Misericordia confeccionada em tecido Napole, tecido dourado macio ao toque e com ótimo caimento. O galão e a gola são em veludo alemão bordado com fio ouro e detalhes em pedras.

A imagem da Divina Misericórdia é em estampa de alta resolução dentro de uma moldura também bordada em fio ouro.



Informações Adicionais:
 tabela-de-medidas
 

História da devoção à Divina Misericórdia

A ideia da misericórdia está bem enraizada na Bíblia.

No Antigo Testamento, existe um esquema de narração e interpretação de muitos fatos. Primeiramente, o povo peca e vem o castigo; depois, arrepende-se, aparecendo a Misericórdia Divina (cf. Jz 2,1-13).

O povo da antiga aliança caminhou entre a infidelidade, a penitência e a misericórdia de Deus.

No Novo Testamento, a vinda do Salvador revela mais plenamente o Pai, que é ? Deus rico em misericórdia? (Ef 2,4).

Muitas são as passagens do Evangelho que falam da misericórdia. Podemos começar pelo cântico de Nossa Senhora, lembrando que a misericórdia se estende de geração em geração (Lc 1,50), como o Sermão da Montanha:

?Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia? (Mt 5,7). Há também as parábolas, como a do Filho Pródigo (Lc 15,11-32), do Bom Samaritano (Lc 10,23-35), do servo sem compaixão (Mt 18, 23-35) e do Pastor que vai atrás da ovelha desgarrada (Lc 15,3-7).

Jesus nos deixou muitos exemplos de infinita bondade para todos que encontrou em Seu caminho.

Ele teve compaixão dos sofredores, operou milagres, que aconteceram por causa da miséria humana.

Ele adotou uma medida certa no julgamento da mulher surpreendida em adultério: ?Vai e não peques mais? (Jo 8,3-11).


 

Amor misericordioso do Pai

Finalmente, no Gólgota, é a expressão máxima do amor divino e o ponto culminante da revelação e atuação da Sua misericórdia:

?Por suas chagas fomos curados? (Is 53,5).

Só em nosso tempo está aumentando a fé na misericórdia de Deus em forma de devoção.

 

Em 1931, Jesus apareceu a Santa Faustina e transmitiu-lhe o desejo de ser conhecido como misericordioso.

Uma das frases importantes para essa devoção é a afirmação do Senhor:

?A humanidade não encontrará paz enquanto não se voltar com confiança para a Minha misericórdia? (Diário, 300).

A mensagem, aos poucos, espalhou-se pelo mundo inteiro, contando com o grande apoio do Papa João Paulo II, que publicou a Encíclica sobre A Divina Misericórdia ? Dives in Misericórdia.

Padre Antônio de Aguiar Pereira, SAC
 

O terço da Divina Misericórdia


A origem do terço da divina misericórdia remonta ao ano de 1935, mais propriamente ao dia 14 de setembro, dia da Festa de Exaltação da Santa Cruz. Foi nessa data que Jesus apareceu à religiosa polonesa, Faustina Kowalska (que, entretanto, foi canonizada no ano de 2000 e invocada desde então como Santa Maria Faustina do Santíssimo Sacramento) e lhe pediu que propagasse a Misericórdia.

Antes de mais, é necessário recuar no tempo e contextualizar essa época. Vivia-se uma era de grandes convulsões e agitações sociais.

Estávamos nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, que mudaria o mundo. Logo no ano seguinte a Alemanha iniciava os seus planos expansionistas e na Espanha rebentava a guerra civil que resultaria em milhares de perdas humanas.

Os regimes totalitários tomavam conta da Europa e isso traria resultados devastadores à Europa em particular e a todo o mundo em geral, como é do conhecimento.

Eram tempos de crise de valores humanistas e a própria Santa Faustina descrevia no seu Diário como se sentia impotente em interceder pela humanidade e os seus respectivos pecados.

E foi assim que Jesus surgiu em resposta às suas prevês, com os ensinamentos de uma oração de súplica para aplacar a ira divina.

Há quase um século atrás, Jesus ensinava assim a Santa Faustina uma oração de valor infinito, em que Jesus nos une espiritualmente ao Seu próprio Sacrifício, levando-nos a uma conciliação com o Pai Celestial.

Ao nos acolher e lavar-nos dos nossos pecados no Seu Coração Misericordioso e no Seu Sangue, Jesus dá-nos dignidade para nos apresentar ao Pai.

Sabemos que a história é circular e que se repete. Os exemplos são mais do que muitos e estão aí para o provar.

Por isso, o Calvário não é algo do passado, algo estanque que aconteceu há 2 mil séculos atrás. Basta olharmos para os dias de hoje e como encontramos ecos desse passado nos dias de hoje, com as políticas segregadoras que continuam a proliferar, o xenofobismo e o racismo que vão aumentando de tom nos países ocidentais e a crise social que se agudiza lado a lado com a crise financeira e económica.

Enquanto a Humanidade insistir nos seus erros e pecados, a Crucificação continuará a ser real. E bem real! Por isso, as Chagas de Cristo continuam abertas e o Sangue de Jesus continuará a ser derramado sobre as nossas almas pecadoras.

O terço da misericórdia permite-nos oferecer a Deus o Seu filho em expiação dos nossos próprios pecados, dos daqueles que nos são próximos e os de todo o mundo.

Obviamente que esta oração não pode substituir nunca o arrependimento mais honesto, que se consegue através da confissão, mas faz parte de um processo de conversão tanto pessoal quanto coletiva, que deve ser constante e regular na nossa vida de devoção católica. Se, entretanto, deseja saber como rezar passo a passo o terço da divina misericórdia então clique no endereço seguinte: https://oracaoja.com.br/terco-da-misericordia/

O terço da misericórdia é, por isso, uma obra espiritual.

Deve ser rezado regularmente, de acordo com o pedido de Jesus à Santa Faustina, assim como na novena em preparação para a Festa da Misericórdia. Para quem o faz com frequência, Jesus deixa a promessa da sua benevolência.

?Oh! Que grandes graças concederei às almas que recitarem este Terço?,

lemos nós no Diário de Santa Faustina. Além disso, promete ainda assistência na hora da morte, assim como compaixão para com toda a Humanidade.

Finalmente, Jesus promete ainda a quem rezar o terço da divina misericórdia frequentemente a graça da paz e da conversão aos pecados, assim como o socorro aos agonizantes na hora da morte.

Este terço é, portanto, uma espécie e tábua de salvação até para os pecadores mais endurecidos, na sua hora decisiva.

E com isso receberemos graças extraordinárias.

É esta a origem desta oração, que além da sua mensagem e valor indesmentível, tem ainda a vantagem de ser muito simples e bastante breve de se rezar. Como alguém referiu, um tempo tão curto para graças tão grandes.

Texto de José Gomes


 

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